7 de out. de 2010

O perdão no casamento

O PerdãO No CasamentO

Tipo: Esboços e estudos bíblicos / Autor: Administração do site


“O que encobre a transgressão adquire amor, mas o que traz o assunto à baila, separa os maiores amigos” (Pv 17:9)


A pós o casamento, vocês precisarão praticar um dos fundamentos da graça de Deus para todos nós – o perdão. Eu gostaria de ser honesto com vocês: Com certeza há dias em que um de vocês achará que o outro não merece perdão. E isso está certo: não é novidade. Nenhum de nós merece o perdão que recebe. Pense agora! Como você reage quando seu cônjuge te ofende?


Às vezes, você tem dificuldade em perdoar a pessoa com quem você está casado. Talvez haja a preocupação de que, ao perdoar seu cônjuge, ele se sentirá livre para proceder da mesma forma novamente. Você pensa assim?


Qual atitude você normalmente tem?


1) Fica com raiva?

2) Demora para perdoar?

3) Se vinga?

4) Fica sem falar por horas ou dias?

5) Fica tratando mal seu cônjuge?

6) Fala mal dele para seus familiares?

7) Perdoa logo?

8) Seu cônjuge tem que ficar implorando?

9) Fica passando sempre na “cara” de seu cônjuge?

10) Perdoa e esquece?


Meu irmão isso é um risco a ser assumido. A outra opção será ressentimento, represália, mágoa, vingança. Isso não é bom para qualquer pessoa, pois o prejuízo, o mal é para você mesmo. A pessoa fica presa por aquele sentimento que gera doença na alma e no físico e sendo pecado traz separação de Deus, pois quem não ama não conhece a Deus e quem não perdoa, não é perdoado por Deus.


O que vocês sabem sobre ressentimento e represália?


Um coração ressentido funciona como uma agência de cobrança, fazendo com que a pessoa esteja sempre pagando por aquilo que acreditamos que ela tenha feito. Quase sempre cobramos juros tão altos que, por mais que a outra pessoa tente saldar a dívida, estará sempre em débito. O ressentimento atinge as duas partes; magoa o ofensor e o ofendido. O prejuízo maior, contudo, recai sobre o casamento. É interessante que muitas vezes nós cobramos tanto das pessoas, achamos que elas são injustas para conosco, ingratas e pensamos que todos nos magoam, porém nós somos os coitadinhos. Não é bem assim da mesma forma magoamos as pessoas, nos arrependemos e queremos seu perdão ou muitas vezes nem nos arrependemos e ainda exigimos que as pessoas não errem conosco. Não devemos achar normal, porém devemos liberar perdão setenta vezes sete para cada irmão, num dia.


Em um casamento existem duas pessoas juntas, porém, imperfeitas que precisam extremamente de Deus para conseguirem agradar e viver sem ofender pessoas. Olhe para seu cônjuge, essa pessoa foi a que Deus te deu, seja grato a Deus por ele(a) e pense tudo aquilo que você guardou de mágoa contra seu cônjuge.


No casamento sempre haverá decepções, mágoas e necessidades e expectativas frustadas. Afinal de contas, você está casado com uma pessoa imperfeita – e, por acaso, seu cônjuge também. Ao invés de perdoar os erros do cônjuge, a parte ressentida diz: ‘Você me magoou! Você vai ver! Vai me pagar! Vou desforrar! Se não fala, pensa. Mas você nunca poderá desforrar.


Perdoar é dolorido. Porém pior é guardar ressentimento. Se houver uma comparação espiritual, emocional, psicológica e física, com certeza perdoar será a opção, sem comparação. Porém o orgulho e falta de amor, faz com que muitas pessoas escolham a outra opção. O perdão mexe com o orgulho e o amor. O perdão é difícil por que quando você perdoa está dizendo à outra pessoa: “Você não precisa me compensar pelo que fez.” Na verdade, você está liberando a pessoa e dando um passo em direção ao amor, ao invés de fomentar ressentimentos. Significa que você não permitirá que a outra pessoa pague.


Quando você perdoa realmente o cônjuge, não sente necessidade de discutir novamente o problema, não acredita que ele volte a acontecer e nem dá mais importância ao assunto!


Um casamento amadurecido é um casamento onde existe perdão. Não se esqueçam de proferir as frases: “Você me perdoa?” e “Eu perdoou você.” Vocês sabem o que é necessário para perdoar um ao outro – qualquer pessoa que conheça Jesus Cristo como Salvador recebeu esse Dom. Vocês foram amados, aceitos e perdoados por Deus. Portanto, o Dom que ele lhes concedeu é para ser usado com outras pessoas.


Se você quiser saber se perdoou realmente seu cônjuge, tenha isto em mente: Você o perdoou se, dentro de seu coração, deseja o bem dele e está pronto a pedir as bênçãos de Deus sobre ele. E quando pensa no assunto não sente mais nada negativo. Nosso maior exemplo de perdão é a cruz de Jesus Cristo. Deus escolheu a Cruz como forma de reconciliação.

(I Pe 2:21) (I Pe 2:24)


Nós fomos chamados para perdoar da mesma forma que Deus nos perdoou.

(Ef 4:32)

4 de fev. de 2010

Sabedoria para vencer a necessidade


Introdução: De acordo com o sonho que Deus deu a Faraó, haveria sete anos de fartura no Egito, seguidos por sete anos de fome. José orientou os egípcios a poupar. Ao que parece, os povos não tinham o hábito de guardar alimentos.

Tudo o que produziam era consumido ou perdido. As formigas guardam alimento para o inverno (Pv.30.24-25; Pv.6.6).

Análise do plano de José e do consumo de alimentos no Egito.

1 José guardou um quinto, ou seja, 20% da produção do sete anos de fartura.

2- Os 20% foram suficientes para alimentar os egípcios nos sete anos de escassez.

3- Logo, sabemos que, nos sete anos de fartura, os egípcios consumiram 80% do alimento, quando 20% seriam suficientes para alimentá-los.

4- Nos anos anteriores, como não guardaram nada, consumiram 100%, quando 20% seriam suficientes.

Conclusões:

1- Os egípcios viviam no excesso e no desperdício.

2- José mandou guardar apenas o necessário. Guardar muito, ou consumir tudo, demonstra falta de sabedoria (Ec.4.7-8; 5,13,18,19). É preciso usufruir hoje e prevenir para o amanhã.

3- Sempre que pudermos devemos poupar uma parte dos nossos recursos. Jesus disse que não devemos ser ansiosos com o dia de amanhã, mas não ensinou a inconseqüência nem a imprevidência. Estar preparado é um dos remédios contra a ansiedade.

4- Nem todos têm algo para guardar, mas os que têm devem fazê-lo.

A sabedoria ou a tolice: qual você escolhe?


O texto que gostaria de abordar hoje encontra-se no capítulo 14 do Livro de Provérbios. Nesse capítulo, o versículo 8 diz o seguinte: “A sabedoria do prudente é entender o seu caminho, mas a estultícia dos tolos é enganar”.

Eis uma passagem de grande valor. Nela, de maneira muito objetiva e até mesmo incisiva, a Bíblia declara que a sabedoria, a essência do saber, está em conhecermos os nossos caminhos; e, contrariamente, a desgraça e a estultícia, em promovermos o engano. Assim, o sábio e o tolo são contrastados por meio de suas escolhas.

De fato, há nesta terra sábios e tolos. Os últimos são bastante conhecidos. Os tolos são aqueles que desejam se dar bem a qualquer custo e, portanto, não medem esforços para conseguir os seus objetivos: são pessoas que enganam, ludibriam, usurpam. Os tolos mentem e de tal forma, que acreditam em suas próprias mentiras.

O retorno para os tolos também é sabido: a tristeza, o vazio, a decepção e, na maioria dos casos, a perda do bom nome e do respeito familiar e social. Uma vez que a “lei da semeadura” é sempre cumprida — e que atributos como a mentira e a falsidade não levam a lugar algum —, mesmo que demore, o engano fatalmente vem cobrar o seu preço.

Certamente não passa o mesmo aos sábios. Se os sábios buscam conhecer o seu caminho, sábios são aqueles que procuram compreender esta vida, a história de sua passagem por aqui e, consequentemente, o seu ponto de partida, os propósitos de sua existência e o lugar onde desejam chegar.

Os sábios tampouco estão sozinhos. Eles contam com a direção de Deus, que os criou e sabe tudo sobre eles e que, como fonte inesgotável de amor, pode conferir-lhes tudo de que necessitam e orientá-los para viver com inteligência, intrepidez e ousadia, e tendo paz e honra com todos. A sabedoria não está nos estudos ou nos diplomas universitários, mas no conhecimento das razões espirituais e do sentido da sua vida.

Por isso, se você anda vivendo como tolo, mude de lado sem demora. Empenhe-se em descobrir e conhecer o seu caminho e aquele que é, Ele próprio, “o caminho, a verdade e a vida”. Apegue-se com fé às Suas palavras e tenha acesso irrestrito ao coração de Deus, onde se encontra a verdadeira sabedoria.

No amor do Pai,

Ap. Rina

 
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