Sabedoria para vencer a necessidade
Introdução: De acordo com o sonho que Deus deu a Faraó, haveria sete anos de fartura no Egito, seguidos por sete anos de fome. José orientou os egípcios a poupar. Ao que parece, os povos não tinham o hábito de guardar alimentos. Tudo o que produziam era consumido ou perdido.
6 de set. de 2009
2 de set. de 2009
Oração Pelos Governantes
Postado por Pr. Elio em 14:32
1 Timóteo 2:1 - "Admoesto-te, pois, antes de tudo, que se façam deprecações, orações, intercessões, e ações de graças, por todos os homens";
Escrevendo sobre as posturas dos cristãos, no que se refere aos que estão em posição de governo, Paulo é taxativo: "... Recomendo que se façam súplicas, orações, intercessões e ações de graças por todos os homens; pelos reis e por todos que exercem autoridade" (I Timóteo 2:1,2).
Quando Paulo escreveu, por inspiração divina, a recomendação acima, estava vivendo a ditadura dos imperadores romanos. Eles eram despóticos, desumanos e perseguidores do cristianismo. A seita dos zelotes não aceitaria o conselho do Apóstolo. Porque, para os "zeladores", extremistas, romano bom era o romano morto.
Por mais difícil de engolir o ensino bíblico, entretanto, ele é o que a Bíblia nos ensina. Gostemos ou não do presidente, nossa missão é a de orar por ele. A revolução armada, para depor governantes despóticos, não tem apoio nem dos apóstolos, nem de Cristo. A revolução cristã é muito mais poderosa. É a revolução do temor a Deus e da oração. Da oração pelos governantes.
Escrevendo sobre as posturas dos cristãos, no que se refere aos que estão em posição de governo, Paulo é taxativo: "... Recomendo que se façam súplicas, orações, intercessões e ações de graças por todos os homens; pelos reis e por todos que exercem autoridade" (I Timóteo 2:1,2).
Quando Paulo escreveu, por inspiração divina, a recomendação acima, estava vivendo a ditadura dos imperadores romanos. Eles eram despóticos, desumanos e perseguidores do cristianismo. A seita dos zelotes não aceitaria o conselho do Apóstolo. Porque, para os "zeladores", extremistas, romano bom era o romano morto.
Por mais difícil de engolir o ensino bíblico, entretanto, ele é o que a Bíblia nos ensina. Gostemos ou não do presidente, nossa missão é a de orar por ele. A revolução armada, para depor governantes despóticos, não tem apoio nem dos apóstolos, nem de Cristo. A revolução cristã é muito mais poderosa. É a revolução do temor a Deus e da oração. Da oração pelos governantes.
1 de set. de 2009
Escravos, Mas Não Abandonados
Postado por Pr. Elio em 09:27
Esdras 9:9 - "Porque somos servos; porém na nossa servidão não nos desamparou o nosso Deus; antes estendeu sobre nós a sua benignidade perante os reis da Pérsia, para que nos desse vida, para levantarmos a casa do nosso Deus, e para restaurarmos as suas assolações; e para que nos desse uma parede de proteção em Judá e em Jerusalém".
O livro de Esdras narra detalhes do retorno à Judéia daqueles cativos que optaram por voltar, após setenta anos de escravidão na Babilônia. Um dos pontos fortes do livro é a oração do sacerdote, quando se deu conta da corrupção renitente dos judeus e da incompreensível misericórdia do Senhor: "Somos escravos, mas o nosso Deus não nos abandonou na escravidão" (Esdras 9:9).
Somos escravos. Porque, como diz a Bíblia, quem "comete pecado é escravo do pecado". O problema se complica quando não lemos a Primeira Carta de João e, por isso, juramos de pés juntos que não cometemos pecado, esporadicamente. Esta postura é parecida com a da pessoa febril, que tosse e espirra, mas nega veementemente que tenha um resfriado sequer...
A boa nova da Escritura é que o Senhor não nos abandona, apesar de nossa tendência a desobedecê-lo. Por isso, diz João, "se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para perdoar e os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça". A graça divina é sempre superabundante. Por isso, mesmo escravos, não somos abandonados.
O livro de Esdras narra detalhes do retorno à Judéia daqueles cativos que optaram por voltar, após setenta anos de escravidão na Babilônia. Um dos pontos fortes do livro é a oração do sacerdote, quando se deu conta da corrupção renitente dos judeus e da incompreensível misericórdia do Senhor: "Somos escravos, mas o nosso Deus não nos abandonou na escravidão" (Esdras 9:9).
Somos escravos. Porque, como diz a Bíblia, quem "comete pecado é escravo do pecado". O problema se complica quando não lemos a Primeira Carta de João e, por isso, juramos de pés juntos que não cometemos pecado, esporadicamente. Esta postura é parecida com a da pessoa febril, que tosse e espirra, mas nega veementemente que tenha um resfriado sequer...
A boa nova da Escritura é que o Senhor não nos abandona, apesar de nossa tendência a desobedecê-lo. Por isso, diz João, "se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para perdoar e os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça". A graça divina é sempre superabundante. Por isso, mesmo escravos, não somos abandonados.

